Arquidiocese do Rio de Janeiro

30º 20º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 09/12/2019

09 de Dezembro de 2019

7ª Festa de Unidade Arquidiocesana

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7ª Festa de Unidade Arquidiocesana 0

30/11/2019 00:00

No dia 30 de novembro, celebramos a nossa Festa da Unidade Arquidiocesana, precedida de um tríduo de orações. 
Nesta 7ª edição, a Festa da Unidade Arquidiocesana teve como tema: “Missionários da unidade” e como lema: “Ide por todo mundo e a todos pregai o Evangelho” (Mt 16,15). O evento marcou o início de nossos trabalhos para que possamos viver a missão permanentemente: batizados, sempre missionários!

A revelação de Deus tornou-se definitiva e completa, na obra do Seu Filho Unigênito: “Tendo Deus falado outrora aos nossos pais, muitas vezes e de muitas maneiras, pelos profetas, agora falou-nos, nestes últimos tempos, pelo Filho, a Quem constituiu herdeiro de tudo, e por quem igualmente criou o mundo” (Hb 1, 1-2; cf. Jo 14, 6). Ele disse à Humanidade quem é. E essa autorrevelação definitiva de Deus é o motivo fundamental pelo qual a Igreja é, por sua natureza, missionária. Não pode deixar de proclamar o Evangelho, ou seja, a plenitude da verdade que Deus nos deu a conhecer de Si mesmo. A Igreja conhece e confessa Jesus como “Cristo, o Filho de Deus vivo” (Mt 16, 16). A tentação hoje é reduzir o cristianismo a uma sabedoria meramente humana, como se fosse a ciência do bom viver.

O Papa Bento XVI ao convocar a XIII Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013 assim se manifestou aos jovens, numa convocação sempre atual: “Convido a vos preparardes para a Jornada Mundial do Rio de Janeiro, meditando desde já sobre o tema do encontro: ‘Ide e fazei discípulos entre as nações’ (cf. Mt 28,19). Trata-se da grande exortação missionária que Cristo deixou para toda a Igreja e que permanece atual ainda hoje, dois mil anos depois. Agora, este mandato deve ressoar fortemente em vosso coração. O ano de preparação para o encontro do Rio coincide com o Ano da Fé, no início do qual o Sínodo dos Bispos dedicou os seus trabalhos à “nova evangelização para a transmissão da fé cristã”. Por isso, me alegro que também vós, queridos jovens, sejais envolvidos neste impulso missionário de toda a Igreja: fazer conhecer ‘Cristo é o dom mais precioso que podeis fazer aos outros’
(cf. http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/messages/youth/documents/hf_ben-xvi_mes_20121018_youth.html, último acesso em 15 de novembro de 2019).

E na alegria de que toda a Igreja, a começar pelos jovens, sejam autênticos missionários, o Papa Bento XVI sublinhava: “A Igreja, para continuar esta missão de evangelização, conta também convosco. Queridos jovens, vós sois os primeiros missionários no meio dos jovens da vossa idade!”

No final do Concílio Ecumênico Vaticano II, cujo cinquentenário celebramos neste ano, o Servo de Deus Paulo VI entregou aos jovens e às jovens do mundo inteiro uma mensagem que começava com estas palavras: “É a vós, rapazes e moças de todo o mundo, que o Concílio quer dirigir a sua última mensagem, pois sereis vós a recolher o facho das mãos dos vossos antepassados e a viver no mundo no momento das mais gigantescas transformações da sua história, sois vós quem, recolhendo o melhor do exemplo e do ensinamento dos vossos pais e mestres, ides constituir a sociedade de amanhã: salvar-vos-eis ou perecereis com ela”. E concluía com um apelo: “Construí com entusiasmo um mundo melhor que o dos vossos antepassados!” (Mensagem aos jovens, 8 de dezembro de 1965).

“Queridos amigos, este convite é extremamente atual. Estamos passando por um período histórico muito particular: o progresso técnico nos deu oportunidades inéditas de interação entre os homens e entre os povos, mas a globalização destas relações só será positiva e fará crescer o mundo em humanidade se estiver fundada não sobre o materialismo, mas sobre o amor, a única realidade capaz de encher o coração de cada um e unir as pessoas. Deus é amor. O homem que esquece Deus fica sem esperança e se torna incapaz de amar seu semelhante. Por isso é urgente testemunhar a presença de Deus para que todos possam experimentá-la: está em jogo a salvação da Humanidade, a salvação de cada um de nós. Qualquer pessoa que entenda essa necessidade, não poderá deixar de exclamar como São Paulo: ‘Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho’” (1 Cor 9,16).”(cf. http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/messages/youth/documents/hf_ben-xvi_mes_20121018_youth.html, último acesso em 15 de novembro de 2019).

Lançamos a toda a nossa arquidiocese ingente desafio: Por que a missão de evangelizar? Jesus nos enviou, quando subia aos Céus: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). Queremos, enquanto batizados, chamados a sermos discípulos-missionários, anunciar de todas as formas a Palavra que se fez carne, oportuna e inoportunamente, com um coração abrasado pelo Espírito Santo, que derrama sua Sabedoria em abundância. E, mesmo tendo dias, semanas, meses e anos missionários, eles devem apenas nos ajudar a incrementar ainda mais o nosso espírito missionário que devemos viver permanentemente.

A pregação do Evangelho, isto é, dar testemunho de Cristo, é dever de todas as pessoas batizadas no Espírito Santo. Antes da Sua partida, o Senhor Jesus sublinhou exatamente este fato, ao ordenar aos apóstolos que esperassem o cumprimento da promessa do Pai (cf. At 1,5.8.) A Igreja, só com a força do Espírito Santo, é que pode dar testemunho de Cristo.

Todo o discípulo é chamado em primeira pessoa; nenhum discípulo pode eximir-se a dar a sua própria resposta. O convite do Senhor respeita sempre a liberdade dos chamados.

Devemos abrir o nosso coração e nos preparar para responder afirmativamente ao chamado do Senhor. São Paulo disse assim: “Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho”! (cf. 1 Cor 9,16)
É urgente levar o testemunho de Cristo ressuscitado ao mundo – O Papa Bento XVI disse: “Esta é a missão inadiável de cada comunidade eclesial: receber de Deus e oferecer ao mundo Cristo ressuscitado, para que todas as situações de definhamento e morte se transformem, pelo Espírito, em ocasiões de crescimento e vida”.

O Papa Francisco nos chama para a missão: “Reacender o dom no fogo do Espírito é o oposto de deixar as coisas correrem sem fazer nada; e sermos fiéis à novidade do Espírito é uma graça que devemos pedir na oração. Ele, que faz novas todas as coisas, nos dê a sua prudência audaciosa, inspire o nosso Sínodo a renovar os caminhos para a Igreja na Amazônia, para que não se apague o fogo da missão”. Segundo o Santo Padre, Papa Francisco, a vida, dom recebido, é para servir. “Colocamos toda a nossa alegria em servir, porque fomos servidos por Deus: fez-Se nosso servo. Queridos irmãos, sintamo-nos chamados aqui para servir, colocando no centro o dom de Deus”, exortou Francisco. Para ser fiel ao chamado à missão, o Papa enfatizou: “São Paulo nos lembra que o dom deve ser reaceso. O verbo usado é fascinante: reacender é, literalmente, ‘dar vida a uma fogueira’”, explicou. “O dom que recebemos é um fogo, é amor ardente a Deus e aos irmãos. O fogo não se alimenta sozinho; morre se não for mantido vivo, apaga-se se a cinza o cobrir”. (cf. https://noticias.cancaonova.com/igreja/sinodo-para-a-amazonia/papa-povos-aguardam-pela-consolacao-evangelho-e-amor-da-igreja/, último acesso em 15 de novembro de 2019).

Façamos um grande esforço de levar o Evangelho em todos os ambientes e em todos os cantos e recantos de nossa arquidiocese, e em todo mundo pela nossa abertura missionária também ad gentes e nas periferias existenciais. Levemos a alegria do Evangelho e a misericórdia de Deus para tantos que vivem em situação de dificuldades, de fome, de pobreza, de doenças, de adversidades, nos presídios, nas comunidades mais distantes, e que a presença da Igreja se faça sentir. Naquele “Ide” de Jesus, estão presentes todos os cenários e os desafios sempre novos da missão evangelizadora da Igreja, e hoje todos nós somos chamados a esta nova “saída missionária”, indo ao encontro de todos os que estão esperando a graça de Deus. O Papa Francisco nos convoca, como Igreja missionária, para essa saída e nos alerta: A saída exige “prudência e audácia”, “coragem e ousadia”. Muitas são as formas de passar o amor de Deus, de transmitir a misericórdia divina, por isso cada batizado pode fazer isso até em um simples sorriso sincero, e o Senhor será tua força assim como foi na Igreja primitiva e é até hoje com seus filhos amados. Peçamos ao Divino Espírito Santo os dons necessários para que nós, os batizados, sejamos reacendidos do dom da missão; que recebemos com a prudência audaciosa do Espírito, fiéis à sua novidade, acrescentando que o anúncio do Evangelho é o critério primeiro para a vida da Igreja. Uma vez batizados, sempre missionários!

Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ


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No dia 30 de novembro, celebramos a nossa Festa da Unidade Arquidiocesana, precedida de um tríduo de orações. 
Nesta 7ª edição, a Festa da Unidade Arquidiocesana teve como tema: “Missionários da unidade” e como lema: “Ide por todo mundo e a todos pregai o Evangelho” (Mt 16,15). O evento marcou o início de nossos trabalhos para que possamos viver a missão permanentemente: batizados, sempre missionários!

A revelação de Deus tornou-se definitiva e completa, na obra do Seu Filho Unigênito: “Tendo Deus falado outrora aos nossos pais, muitas vezes e de muitas maneiras, pelos profetas, agora falou-nos, nestes últimos tempos, pelo Filho, a Quem constituiu herdeiro de tudo, e por quem igualmente criou o mundo” (Hb 1, 1-2; cf. Jo 14, 6). Ele disse à Humanidade quem é. E essa autorrevelação definitiva de Deus é o motivo fundamental pelo qual a Igreja é, por sua natureza, missionária. Não pode deixar de proclamar o Evangelho, ou seja, a plenitude da verdade que Deus nos deu a conhecer de Si mesmo. A Igreja conhece e confessa Jesus como “Cristo, o Filho de Deus vivo” (Mt 16, 16). A tentação hoje é reduzir o cristianismo a uma sabedoria meramente humana, como se fosse a ciência do bom viver.

O Papa Bento XVI ao convocar a XIII Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013 assim se manifestou aos jovens, numa convocação sempre atual: “Convido a vos preparardes para a Jornada Mundial do Rio de Janeiro, meditando desde já sobre o tema do encontro: ‘Ide e fazei discípulos entre as nações’ (cf. Mt 28,19). Trata-se da grande exortação missionária que Cristo deixou para toda a Igreja e que permanece atual ainda hoje, dois mil anos depois. Agora, este mandato deve ressoar fortemente em vosso coração. O ano de preparação para o encontro do Rio coincide com o Ano da Fé, no início do qual o Sínodo dos Bispos dedicou os seus trabalhos à “nova evangelização para a transmissão da fé cristã”. Por isso, me alegro que também vós, queridos jovens, sejais envolvidos neste impulso missionário de toda a Igreja: fazer conhecer ‘Cristo é o dom mais precioso que podeis fazer aos outros’
(cf. http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/messages/youth/documents/hf_ben-xvi_mes_20121018_youth.html, último acesso em 15 de novembro de 2019).

E na alegria de que toda a Igreja, a começar pelos jovens, sejam autênticos missionários, o Papa Bento XVI sublinhava: “A Igreja, para continuar esta missão de evangelização, conta também convosco. Queridos jovens, vós sois os primeiros missionários no meio dos jovens da vossa idade!”

No final do Concílio Ecumênico Vaticano II, cujo cinquentenário celebramos neste ano, o Servo de Deus Paulo VI entregou aos jovens e às jovens do mundo inteiro uma mensagem que começava com estas palavras: “É a vós, rapazes e moças de todo o mundo, que o Concílio quer dirigir a sua última mensagem, pois sereis vós a recolher o facho das mãos dos vossos antepassados e a viver no mundo no momento das mais gigantescas transformações da sua história, sois vós quem, recolhendo o melhor do exemplo e do ensinamento dos vossos pais e mestres, ides constituir a sociedade de amanhã: salvar-vos-eis ou perecereis com ela”. E concluía com um apelo: “Construí com entusiasmo um mundo melhor que o dos vossos antepassados!” (Mensagem aos jovens, 8 de dezembro de 1965).

“Queridos amigos, este convite é extremamente atual. Estamos passando por um período histórico muito particular: o progresso técnico nos deu oportunidades inéditas de interação entre os homens e entre os povos, mas a globalização destas relações só será positiva e fará crescer o mundo em humanidade se estiver fundada não sobre o materialismo, mas sobre o amor, a única realidade capaz de encher o coração de cada um e unir as pessoas. Deus é amor. O homem que esquece Deus fica sem esperança e se torna incapaz de amar seu semelhante. Por isso é urgente testemunhar a presença de Deus para que todos possam experimentá-la: está em jogo a salvação da Humanidade, a salvação de cada um de nós. Qualquer pessoa que entenda essa necessidade, não poderá deixar de exclamar como São Paulo: ‘Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho’” (1 Cor 9,16).”(cf. http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/messages/youth/documents/hf_ben-xvi_mes_20121018_youth.html, último acesso em 15 de novembro de 2019).

Lançamos a toda a nossa arquidiocese ingente desafio: Por que a missão de evangelizar? Jesus nos enviou, quando subia aos Céus: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). Queremos, enquanto batizados, chamados a sermos discípulos-missionários, anunciar de todas as formas a Palavra que se fez carne, oportuna e inoportunamente, com um coração abrasado pelo Espírito Santo, que derrama sua Sabedoria em abundância. E, mesmo tendo dias, semanas, meses e anos missionários, eles devem apenas nos ajudar a incrementar ainda mais o nosso espírito missionário que devemos viver permanentemente.

A pregação do Evangelho, isto é, dar testemunho de Cristo, é dever de todas as pessoas batizadas no Espírito Santo. Antes da Sua partida, o Senhor Jesus sublinhou exatamente este fato, ao ordenar aos apóstolos que esperassem o cumprimento da promessa do Pai (cf. At 1,5.8.) A Igreja, só com a força do Espírito Santo, é que pode dar testemunho de Cristo.

Todo o discípulo é chamado em primeira pessoa; nenhum discípulo pode eximir-se a dar a sua própria resposta. O convite do Senhor respeita sempre a liberdade dos chamados.

Devemos abrir o nosso coração e nos preparar para responder afirmativamente ao chamado do Senhor. São Paulo disse assim: “Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho”! (cf. 1 Cor 9,16)
É urgente levar o testemunho de Cristo ressuscitado ao mundo – O Papa Bento XVI disse: “Esta é a missão inadiável de cada comunidade eclesial: receber de Deus e oferecer ao mundo Cristo ressuscitado, para que todas as situações de definhamento e morte se transformem, pelo Espírito, em ocasiões de crescimento e vida”.

O Papa Francisco nos chama para a missão: “Reacender o dom no fogo do Espírito é o oposto de deixar as coisas correrem sem fazer nada; e sermos fiéis à novidade do Espírito é uma graça que devemos pedir na oração. Ele, que faz novas todas as coisas, nos dê a sua prudência audaciosa, inspire o nosso Sínodo a renovar os caminhos para a Igreja na Amazônia, para que não se apague o fogo da missão”. Segundo o Santo Padre, Papa Francisco, a vida, dom recebido, é para servir. “Colocamos toda a nossa alegria em servir, porque fomos servidos por Deus: fez-Se nosso servo. Queridos irmãos, sintamo-nos chamados aqui para servir, colocando no centro o dom de Deus”, exortou Francisco. Para ser fiel ao chamado à missão, o Papa enfatizou: “São Paulo nos lembra que o dom deve ser reaceso. O verbo usado é fascinante: reacender é, literalmente, ‘dar vida a uma fogueira’”, explicou. “O dom que recebemos é um fogo, é amor ardente a Deus e aos irmãos. O fogo não se alimenta sozinho; morre se não for mantido vivo, apaga-se se a cinza o cobrir”. (cf. https://noticias.cancaonova.com/igreja/sinodo-para-a-amazonia/papa-povos-aguardam-pela-consolacao-evangelho-e-amor-da-igreja/, último acesso em 15 de novembro de 2019).

Façamos um grande esforço de levar o Evangelho em todos os ambientes e em todos os cantos e recantos de nossa arquidiocese, e em todo mundo pela nossa abertura missionária também ad gentes e nas periferias existenciais. Levemos a alegria do Evangelho e a misericórdia de Deus para tantos que vivem em situação de dificuldades, de fome, de pobreza, de doenças, de adversidades, nos presídios, nas comunidades mais distantes, e que a presença da Igreja se faça sentir. Naquele “Ide” de Jesus, estão presentes todos os cenários e os desafios sempre novos da missão evangelizadora da Igreja, e hoje todos nós somos chamados a esta nova “saída missionária”, indo ao encontro de todos os que estão esperando a graça de Deus. O Papa Francisco nos convoca, como Igreja missionária, para essa saída e nos alerta: A saída exige “prudência e audácia”, “coragem e ousadia”. Muitas são as formas de passar o amor de Deus, de transmitir a misericórdia divina, por isso cada batizado pode fazer isso até em um simples sorriso sincero, e o Senhor será tua força assim como foi na Igreja primitiva e é até hoje com seus filhos amados. Peçamos ao Divino Espírito Santo os dons necessários para que nós, os batizados, sejamos reacendidos do dom da missão; que recebemos com a prudência audaciosa do Espírito, fiéis à sua novidade, acrescentando que o anúncio do Evangelho é o critério primeiro para a vida da Igreja. Uma vez batizados, sempre missionários!

Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ


Cardeal Orani João Tempesta
Autor

Cardeal Orani João Tempesta

Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro