Arquidiocese do Rio de Janeiro

30º 20º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 25/06/2018

25 de Junho de 2018

Investidura do hábito talar para 38 seminaristas

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do e-mail.
E-mail enviado com sucesso.

25 de Junho de 2018

Investidura do hábito talar para 38 seminaristas

Se você encontrou erro neste texto ou nesta página, por favor preencha os campos abaixo. O link da página será enviado automaticamente a ArqRio.

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do erro.
Erro relatado com sucesso, obrigado.

09/03/2018 11:42 - Atualizado em 09/03/2018 11:42
Por: Priscila Xavier / Symone Matias

Investidura do hábito talar para 38 seminaristas 0

Com o tema: “O zelo por Tua casa me consumirá” (Jo 2,17), o Cardeal Orani João Tempesta presidiu a celebração de investidura do hábito talar com sobrepeliz para o uso litúrgico de 38 novos seminaristas que deixaram o Seminário Propedêutico Rainha dos Apóstolos e ingressaram no primeiro ano de filosofia no Seminário Arquidiocesano de São José, no Rio Comprido.

A Santa Missa aconteceu no dia 3 de março, na Basílica Menor do Imaculado Coração de Maria, no Méier, e foi concelebrada pelo bispo animador da dimensão vocacional, Dom Roque Costa Souza, pelo vigário episcopal do Vicariato Norte, padre Aldo de Souto Santos, pelo reitor do Seminário de São José, cônego Leandro Câmara, pelo vice-reitor, Alessandro Manoel dos Santos, pelo pároco Júlio César Melo Miranda, além de demais sacerdotes.

Na homilia, o arcebispo agradeceu as orações do povo de Deus pelas vocações, e afirmou que, aqueles que são chamados, ao escolherem seguir a Cristo, passam por uma mudança interna. “Louvamos e bendizemos a Deus por todos aqueles que intercedem pelas vocações. Temos visto como o Senhor tem chamado jovens das mais variadas localidades de nossa cidade, colocando o fervor em seus corações para assumir esse chamado. Uma das etapas de formação é o recebimento da batina, que marca a vida do jovem. Quando Cristo o chama e este decide caminhar junto ao Pai, ele muda, já não é mais o mesmo”, disse.

Os seminaristas que receberam a batina foram Alan Galvão de Paula, Angel Andrés Peraza Espinoza, Artur Hugo Amorim Portugal, Bernardo Pinto de Albuquerque, Brehnno Galgane Ivo Ferreira, Brenner Geraldo Nogueira, Bruno Brandão Morais, Bruno da Silva, Bruno Tomaz Nogueira Junior, Cássio Henrique da Silva Ferreira, Clemilson Ferreira da Silva, Dionatah Amorim da Silva, Eduardo Douglas Santana Silva, Eduardo Puell de Carvalho Rodrigues, Felipe Pereira da Silva, Franklin Cavalcante de Lima, Gabriel dos Santos Alves, Gabriel Pimentel Batista, Hygo do Nascimento, Igor de Vasconcelos Teixeira, Iury Fonseca Machado, João Alberto Silva das Lapas, Jonas Ronny Vicente da Silva, Lacton Lucas Carvalho, Lucas Ribeiro Rodrigues de Medeiros, Luiz Gustavo Menezes do Nascimento, Marco Antonio Guilherme Macena, Marco Antônio Jesus Cardoso, Marlon Medeiros dos Santos, Matheus Oliveira Xavier, Patrick Santos Sant’anna, Pedro Henrique da Silva Siqueira, Rafael Clóvis Pereira de Andrade, Rafael Duarte Teixeira, Rodrigo Bernardes Cunha, Thiago da Silva Braga, Victor Manoel Alves Rocha e Vinicius da Silva Fonseca.

Testemunho de vida

Para o cônego Leandro Câmara, o hábito talar diferencia o seminarista e, até mesmo, é um testemunho aos demais jovens. “Esse é um passo importante para os seminaristas, pois, depois de concluída a etapa de formação no propedêutico, ao ingressar no Seminário Maior, eles recebem um sinal que os distingue e os identificam como alguém que está discernindo a vocação e renuncia a própria vida, que concretiza plenamente na vocação sacerdotal, mas, que já deve ser vivida. O hábito talar serve como um grande testemunho para que outros jovens se questionem sobre o que devem fazer com a própria vida e o que Deus quer para as suas vidas, e, certamente, o que Deus quer, é que O sirvamos”, afirmou.

Segundo o reitor, “a recepção da batina não é uma ordenação, mas tem a sua importância na vida de quem está discernindo a vocação, de quem quer corresponder ao chamado de Deus e, também, como propósito de santificação e dedicação à vida que se quer abraçar”.

Cônego Leandro também explicou que a celebração também é um momento de evangelização. “A recepção de batina é um momento importantíssimo de evangelização das famílias dos seminaristas. Ali se reúnem pais, mães, parentes e amigos, alguns engajados na Igreja, outros nem tanto, mas esse contato com o arcebispo na celebração e toda a pregação e ambiente de oração toca a vida daqueles que estão participando, de modo que é um grande momento de evangelização e é o primeiro anúncio na vida das pessoas que têm proximidade com os seminaristas”, esclareceu.

‘Testemunha de Cristo’

O seminaristaClemilson Ferreira da Silva relatou o sentimento durante a celebração. Segundo ele, seu maior desejo, é ser testemunha de Cristo. “Senti os batimentos cardíacos acelerados e uma mistura de nervosismo e ansiedade. Ao mesmo tempo, feliz por saber que ao ser investido, deveria e devo, a cada dia, recordar as palavras de São Paulo: ‘Já não sou eu que vive, mas é Cristo que vive em mim’ (Gl 2,20). Vivenciei grandes experiências, como passar cinco anos em uma ordem religiosa, mas receber o hábito talar foi um momento ímpar, pois sei que o uso dele é um sinal de santificação e mortificação para as coisas mundanas. Quero, com este sinal, ser testemunha do Cristo”, finalizou.

Já o seminarista Gabriel dos Santos Alves deseja ser instrumento de Deus, levando cada vez mais almas para o céu. “Receber a batina é uma grande responsabilidade; significa morrer para os prazeres deste mundo e viver uma vida nova em Cristo. E foi o que pude sentir na minha investidura: o desejo de continuar mudando de vida e me entregando cada vez mais a Deus. A partir deste sinal externo, quero ser instrumento de Deus para levar almas ao céu”, comentou.

De acordo com o seminarista Marlon Medeiros dos Santos, receber o hábito talar representa, para ele, o rompimento com o “homem velho”. “É um passo na minha configuração a Cristo. Vesti-la significa o despojar-se do homem velho que espero superar até o fim do seminário, até o fim da minha vida, me recordando de grandes santos que fizeram da batina um estilo de vida”, destacou.

Leia os comentários

Deixe seu comentário

Resposta ao comentário de:

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do comentário.
Comentário enviado para aprovação.