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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 21/09/2018

21 de Setembro de 2018

Ministério da Consolação e Esperança necessita de novos agentes

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Ministério da Consolação e Esperança necessita de novos agentes

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11/04/2018 13:40 - Atualizado em 11/04/2018 13:40
Por: Priscila Xavier / Symone Matias

Ministério da Consolação e Esperança necessita de novos agentes 0

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Com o dom de consolar diante do mistério da morte, os 300 agentes do Ministério Extraordinário da Consolação e Esperança se dividem entre os 18 cemitérios do Rio de Janeiro para colocar em prática a missão ao qual foram chamados, além de serem testemunhas confiantes da vida eterna.

Há 34 anos, a Igreja no Rio de Janeiro conta com a participação dos leigos, como presença cristã, diante da dor e do sofrimento. Porém, o ministério tem encontrado obstáculos na evangelização. “Neste ano, estamos fazendo uma grande campanha para a entrada de novos ministros. Somos responsáveis pelas exéquias dos cemitérios, como o do Caju, por exemplo, onde, por dia, acontecem entre 40 e 60 sepultamentos. Mas, muitos deles, são dirigidos por outras denominações que, através de empresas, passam a organizar os cemitérios. Dessa forma, temos encontrado muita dificuldade para realizar nossa missão”, afirmou o assistente eclesiástico do ministério, padre Pedro Paulo Alves dos Santos.

De acordo com o sacerdote, um maior número de agentes dificultaria o impedimento da missão nesses locais. “Se não tivermos agentes, diariamente, dentro desses lugares, nosso trabalho pode ser impedido de ser realizado ou poderemos encontrar ainda mais obstáculos”, enfatizou.

Segundo padre Pedro Paulo, a entrada de novos ministros também seria importante, justamente por conta da necessidade de renovação dos agentes. “O ministério não tem uma natureza jovem; trata-se de um ministério de idade avançada. Por isso, a necessidade de renovar, devido às dificuldades de nossos agentes. Neste ano, fazemos um grande apelo a cada paróquia para que nos ajude a termos, no mínimo, cem novos ministros para atender aos 18 cemitérios da cidade”, completou.

Padre Pedro Paulo destacou que cada pároco, cujas paróquias estiverem nas regiões dos determinados cemitérios, receberá uma carta, bem como o telefonema dos coordenadores do ministério, visando uma visita, de modo que estes possam, nas missas e ambientes eclesiásticos, convidar as pessoas a participarem. “O que nós esperamos é que os párocos permitam, incentivem e acompanhem de perto, isto é, vocacionem. É importante lembrar que os ministros extraordinários da Sagrada Comunhão (Mesc) não são, necessariamente, ministros da Consolação e Esperança. O papel do ministro da Comunhão é levar o viático e atuar dentro da paróquia. Já os ministros da Esperança têm um ministério próprio. Porém, os Mescs que quiserem participar como ministros da Consolação serão bem recebidos”, explicou. 

Os candidatos ao ministério passarão por um período de estágio, sendo este o primeiro passo. Depois, para discernir o apostolado, estes farão um segundo período de estágio, desta vez no cemitério. “Os que passarem por essa triagem retornarão para participarem de um curso de formação que acontecerá durante todos os sábados do mês de maio, das 13h às 16h. Depois, entre os meses de junho e julho, eles serão investidos ministros e passarão a atuar nos cemitérios próximos às suas paróquias ou às suas residências, sempre sob supervisão das respectivas coordenações”, finalizou padre Pedro Paulo. 

Foto: Carlos Moioli

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