Arquidiocese do Rio de Janeiro

25º 19º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 20/11/2018

20 de Novembro de 2018

Missa no TJ-RJ: ‘As fake news já existiam no tempo de Jesus’

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do e-mail.
E-mail enviado com sucesso.

20 de Novembro de 2018

Missa no TJ-RJ: ‘As fake news já existiam no tempo de Jesus’

Se você encontrou erro neste texto ou nesta página, por favor preencha os campos abaixo. O link da página será enviado automaticamente a ArqRio.

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do erro.
Erro relatado com sucesso, obrigado.

12/04/2018 11:30 - Atualizado em 12/04/2018 11:30
Por: Priscila Xavier / Symone Matias

Missa no TJ-RJ: ‘As fake news já existiam no tempo de Jesus’ 0

O Cardeal Orani João Tempesta presidiu a tradicional missa de Páscoa no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ) – sede do Poder Judiciário, no centro da cidade, no dia 2 de abril.

A celebração contou com a presença do presidente do TJ, desembargador Milton Fernandes de Souza, da vice-presidente, desembargadora Elisabete Filizzola Assunção, do corregedor-geral da Justiça, Cláudio de Mello Tavares, do monsenhor Sérgio Costa Couto, dos padre Omar Raposo e Alberto Gonzaga, do assessor da Comissão Arquidiocesana para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso, diácono Nelson Águia, além de juízes, magistrados, procuradores, advogados e demais servidores.

O arcebispo iniciou a homilia destacando que as chamadas fake news, que significam falsas notícias, circulam desde os tempos de Jesus. “Vemos no Evangelho que os soldados foram comprados para divulgarem uma falsa informação. As fake news já existiam no tempo de Jesus. Circulou pelos ‘facebooks’ da época que, na verdade, Jesus não havia ressuscitado, mas que seus discípulos tinham roubado seu corpo. Conhecemos a história através dos evangelhos, porém, essa mentira não se conservou”, frisou.

O cardeal também ressaltou que, mesmo assim, a mentira não conseguiu vencer a verdadeira notícia. “A mentira não venceu este grande anúncio: Deus amou tanto o mundo que entregou Seu Filho, Jesus, que nasceu no meio de nós. Ele deu a sua vida por todos nós na Cruz, derramou Seu Sangue e ressuscitou no terceiro dia, como havia prometido. O que prevaleceu foi o testemunho dos apóstolos, os quais, no começo, ainda não entenderam o que havia acontecido, pois, encontraram o túmulo vazio, e, depois, reencontraram Cristo Ressuscitado. Eles se tornaram testemunhas de Jesus até os confins do mundo”, finalizou.

Para Cláudio de Mello Tavares, a partir da celebração, nasce a justificação para praticar o bem. “Numa sociedade tão desigual como a nossa, precisamos de pessoas e de instituições que assumam o papel de semeadoras de mudanças e renovadoras de esperanças, ensinando-nos que cada objetivo alcançado e cada realização são sempre pontos de partida para novos desafios. Onde há uma vontade, há um caminho. Façamos deste ato solene um pretexto para espalharmos o bem, inspirados no exemplo da vida de Jesus. Somos meros partícipes desta missão tão elevada”, completou.

De acordo com o diácono Nelson Águia, que também é servidor do TJ, a missa foi uma oportunidade para interceder pela paz e a tranquilidade. “Foi uma celebração especial porque vivemos um clima de injustiça no mundo e no país. Foi um momento de pedir a Deus paz e tranquilidade, sendo esta também uma missão do Poder Judiciário: ser pacificador na sociedade. É muito importante que a Igreja se mantenha presente junto ao Poder Judiciário, apoiando suas ações. Fazer e dar a justiça também são virtudes cristãs”, acrescentou.

Leia os comentários

Deixe seu comentário

Resposta ao comentário de:

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do comentário.
Comentário enviado para aprovação.