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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 21/11/2018

21 de Novembro de 2018

Roda de conversa: desafios da espiritualidade no mundo do trabalho

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Roda de conversa: desafios da espiritualidade no mundo do trabalho

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04/05/2018 00:00 - Atualizado em 16/05/2018 12:41
Por: Priscila Xavier

Roda de conversa: desafios da espiritualidade no mundo do trabalho 0

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Discípulos missionários de Cristo, os leigos são chamados a assumirem o protagonismo cristão além dos muros paroquiais, sendo sal da terra e luz do mundo em meio à sociedade, família, mas também no ambiente de trabalho.

Tendo em vista essa missão, a Paróquia Ressurreição, em Copacabana, realizará a primeira “Roda de Conversa: desafios da espiritualidade no mundo do trabalho”, que será ministrada pelos professores Marco Tulio Zanini e Carmen Migueles, durante quatro encontros.

O primeiro, no dia 6 de maio, tratará sobre “O poder da confiança”. O segundo encontro acontecerá no dia 20 e abordará sobre “Disciplina espiritual e diálogos construtivos: caminhos para a produtividade e competitividade da nossa economia”. Já o terceiro, no dia 27, trabalhará o tema “Assumindo a liderança – o bom combate”. Por fim, o quarto encontro será voltado para a questão: “Por que os justos sofrem tanto quanto os pecadores? A omissão e suas consequências para a vida e para a sociedade”.

De acordo com a professora Carmen Migueles – que também é historiadora, mestre em antropologia e doutora em sociologia: “A nossa primeira abordagem será sobre o desafio de fortalecer a virtude da coragem para fazer as coisas certas. Na segunda etapa, faremos uma reflexão, a partir de Santo Agostinho, sobre o pecado da omissão e o protagonismo da nossa ação, baseado em valores para que retomemos uma rota de prosperidade na sociedade. E no modo geral vamos examinar nessas rodas de conversas a questão da liderança e o papel do indivíduo na decisão de apoiar o outro ser humano, na redução dos conflitos e decisão de findar com as falsas noticias”, comentou.

Ainda segundo Carmen, a roda de conversa foi pensada a partir do apelo do Papa Francisco para que a Igreja esteja em estado permanente de missão e e saída. Ela ainda afirmou que: “Quem ama com perfeição, como Deus ama, ama em liberdade. Se Deus não nos amasse tanto, Ele interviria em nossa historia cada vez que pecássemos. O Senhor precisa do ser humano para fazer a coisa certa, e quando nos omitimos e colocamos a culpa no outro, o deixamos sozinho. Ele sempre quis a parceria do ser humano. Tal como convidou a Maria, também nos convida para construir junto d’Ele, para que não sejamos vítimas dos algozes que só crescem quando abandonamos o bom combate”, finalizou. 

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