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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 09/12/2019

09 de Dezembro de 2019

‘Os pobres precisam experimentar o amor de Deus presente em suas vidas através de nossa fraternidade e solidariedade’

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09 de Dezembro de 2019

‘Os pobres precisam experimentar o amor de Deus presente em suas vidas através de nossa fraternidade e solidariedade’

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22/11/2019 14:06
Por: Carlos Moioli

‘Os pobres precisam experimentar o amor de Deus presente em suas vidas através de nossa fraternidade e solidariedade’ 0

“A esperança dos pobres que clamam por justiça, dignidade e melhores condições de vida jamais será decepcionada. O Senhor não esquece o seu povo e, no seu devido tempo, Ele intervém na história de cada um. Cabe a nós olhar de irmão para irmão e fazer a nossa parte enquanto cristãos. Os pobres precisam experimentar o amor de Deus presente em suas vidas através de nossa fraternidade e solidariedade”, disse o arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, ao celebrar a terceira edição do Dia Mundial dos Pobres.

Na programação especial do evento, organizado pelo Vicariato Episcopal para a Caridade Social e realizado de 9 a 21 de novembro, Dom Orani celebrou missas no dia 16 de novembro, na Igreja de Nossa Senhora Mãe da Divina Providência, no Catete, e no dia 17 de novembro, na Catedral de São Sebastião, no Centro, seguida de uma confraternização com os moradores em situação de rua.

A reflexão de Dom Orani teve por base o tema do Dia Mundial dos Pobres: “A esperança dos pobres jamais se frustrará” (Sl 9, 19), escolhido pelo Papa Francisco, que no dizer do arcebispo, “foi uma feliz iniciativa e convocação para que se tenha um olhar de misericórdia com os mais pobres”. Ele acrescentou que o evento deve chamar atenção para um mundo mais justo e humano.

“Por causa de tantas injustiças no mundo, o número de pobres nas grandes cidades, entre os mais visíveis, os moradores em situação de rua, tem aumentado muito nos últimos tempos”, disse Dom Orani. “Não falta quem quer ajudar, mas a Igreja tem dificuldades de exercer sua missão, por causa das perseguições de maneira explícita ou implícita, ao nosso redor, e em muitos países, por parte das autoridades”, acrescentou. Ele lembrou ainda do ódio contra os católicos, que são expulsos de suas cidades e países e, em muitas ocasiões, as igrejas são saqueadas, destruídas e incendiadas.

“Não podemos ficar desanimados, perder a esperança. Ao contrário, somos chamados a colocar a nossa confiança no Senhor e a exercer nossa missão enquanto disponíveis na Sua graça. Na luta de cada dia, a Sua providência nos abrirá caminhos em meio aos mares das dificuldades e dos problemas da vida”, disse.

Dom Orani recordou a canonização de Santa Dulce dos Pobres, lembrando que “ela enfrentou muitas situações para exercer sua missão de fazer o bem junto aos pobres, sendo muitas vezes depreciada e colocada de lado, mas foi alguém que soube enfrentar as dificuldades de sua época, por causa do Evangelho”, disse.

Dom Orani lembrou as preocupações da Igreja com os pobres no decorrer da história, de seus santos e santas que fundaram obras de cunho assistencial, educacional e de promoção social. Acrescentou o trabalho social que existe em cada paróquia, e também as ações de caridade realizadas pelas novas comunidades e por muitos movimentos eclesiais.

“A preocupação da Igreja para com os pobres deve ser uma consequência da vida cristã, do amor a Jesus Cristo que nos ensina a encontrá-Lo na pessoa dos irmãos, de forma especial, nos que passam por necessidades. Nosso país com todos os seus problemas têm um número muito grande de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza. Se faz necessário a transformação da sociedade para que seja mais justa e solidária. Enquanto povo de Deus devemos nos empenhar para minorar a situação dos mais pobres, para que possam viver com dignidade e melhor qualidade de vida”, concluiu o arcebispo.

Carlos Moioli




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