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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 03/08/2021

03 de Agosto de 2021

Seminaristas são instituídos acólitos em preparação ao sacerdócio

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03 de Agosto de 2021

Seminaristas são instituídos acólitos em preparação ao sacerdócio

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11/06/2021 14:09
Por: Redação

Seminaristas são instituídos acólitos em preparação ao sacerdócio 0

Inspirados pelo lema: “Ele dá alimento aos que o temem, e jamais esquecerá sua Aliança” (Sl 110,5), extraído das 1 Vésperas da Solenidade de Corpus Christi, 18 seminaristas do Seminário Arquidiocesano de São José foram instituídos acólitos, vencendo mais uma etapa na caminhada vocacional rumo ao sacerdócio ministerial.

A instituição do ministério aconteceu durante missa presidida pelo arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Cardeal Tempesta, na Catedral de São Sebastião, no Centro, no dia 2 de junho. Entre os concelebrantes, o bispo auxiliar e animador dos seminários, Dom Roque Costa Souza e o reitor do Seminário São José, cônego Leandro de Souza Câmara.

Serviço do altar

O Ministério do Acolitato - que remonta aos primórdios da Igreja, conforme carta do Papa São Cornélio a Fábio de Antioquia, escrita no ano 251 - tem a função de auxiliar o diácono e o sacerdote nas ações litúrgicas, sobretudo na celebração eucarísticas.

Segundo o Pontifical Romano, de São Paulo VI, “O acólito deve cuidar do serviço do altar; auxiliar o diácono e o sacerdote nos atos litúrgicos, sobretudo na celebração da santa missa; distribuir, como ministro extraordinário, a Sagrada Comunhão [...] Pode ser encarregado ainda, em circunstâncias extraordinárias, de expor publicamente o Santíssimo Sacramento à adoração dos fiéis, e fazer depois a reposição; não pode, porém, dar a bênção ao povo”.

Dom de si mesmo

Na sua mensagem aos novos acólitos, durante a celebração, o cônego Leandro Câmara disse: “Meus queridos seminaristas. A missão que vocês receberam hoje da Igreja é o estreitamento daquela realidade exprimida pela Eucaristia que é síntese do ministério sacerdotal, a kenosis, o esvaziamento de si. Como toda missão é graça, vocês hoje receberam a graça de levar nas mãos aquele que fez de sua vida dom de si mesmo.

O próprio Senhor que fez de sua vida um dom para que a vida de vocês seja também dom de si. Autodoação, autoesvaziamento, autoentrega para Igreja, em especial para aqueles que mais sofrem. Foi para isso que o Senhor os chamou os tirou de suas casas para percorrer esse caminho de discipulado e de configuração a Ele. Uma alegria muito grande para todos nós formadores neste passo que estão dando hoje na caminhada formativa de vocês. Não é uma ascensão a um grau que faz superior aos outros mas é uma elevação que custa o esvaziamento de si. Subir ao presbitério custa o esvaziamento de si. Eu espero que tendo subido nele jamais desçam, e possam chegar ao Céu”.

Testemunhos

“Foi uma imensa alegria receber o ministério”, disse o seminarista Carlos Ébano Costa da Silva. “Deus  está  promovendo em mim uma grande mudança a  cada  passo dado na  caminhada  vocacional. A Eucaristia, marcou a minha vida de pequeno, e hoje eu tenho a graça de poder tocá-la, distribuir aos irmãos e irmãs”. Carlos Ébano partilhou que  além de uma mera atividade laboral, cada ação ministerial na liturgia tem lhe aproximado de Jesus. “Sou acólito para evangelizar mais, poder  ajudar  mais ,e me  preparar para um dia  poder ser um bom padre”, destacou.

Já o seminarista Leandro Henrique Rego Fernandez, também da configuração 3, explicou que assim como a vida cotidiana, o caminho sacerdotal no seminário tem várias etapas.

“Nós seminaristas vamos, ao longo desses oito anos de formação, crescendo em vários aspectos até que nosso coração sacerdotal esteja pronto para receber a imensa e imerecida graça da ordenação. Receber o ministério do acolitato é a última etapa antes do diaconato. Não se pode pensar que seja uma experiência humanamente pouco esperada, contudo, essa é a menor parte da história”.

Leandro Henrique acrescentou: “se para cada missão existe uma graça de estado que Nosso Senhor nos dá afim de que possamos realizá-la com amor e fidelidade, o que se dirá do dia em que, após sete anos de formação, podemos, finalmente, servir à Santíssima Eucaristia? É mais do que uma alegria, é uma graça espiritual que nos aproxima daquilo que somos, sacerdotes”.

“É claro que ainda não o somos de fato, destacou Leandro Henrique, “mas nosso coração sacerdotal, formado no amor de Deus, já se realiza e cultiva a virtude teologal da Esperança sobre a bela vocação que recebemos das mãos misericordiosas de nosso Senhor”.

“Ser ministro do altar do Senhor é uma responsabilidade missionária, uma confirmação da nossa vocação e uma imensurável graça para nós, homens que mal podem esperar pela consagração total de suas vidas. Deus seja louvado pelo santíssimo Sacramento”, completou Leandro Henrique.

Carlos Moioli

Novos acólitos
Álef Bragança Monteiro
Alexandre Carvalho Lima Pinheiro
Arthur José Torres da Conceição
Carlos Ébano Costa da Silva
Daniel Nascimento de Paula
David de Assis Ramos da Silva
Eduardo de Carvalho Gonçalves
Felipe de Souza Pertence
Francisco Évison Isaías Lopes
Hebert Queiroz Borges
Kadun Dornelles Garcia
Leandro Henrique Rego Fernandez
Luan Gomes Argento
Luis Paulo Gomes Renovato
Rafael dos Santos
Stannly Cunha dos Santos
Vinícius de Oliveira Alegria
Walker de Souza Viana

 

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