Arquidiocese do Rio de Janeiro

22º 18º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 04/08/2021

04 de Agosto de 2021

Nos ajude a ajudar

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do e-mail.
E-mail enviado com sucesso.

04 de Agosto de 2021

Nos ajude a ajudar

Se você encontrou erro neste texto ou nesta página, por favor preencha os campos abaixo. O link da página será enviado automaticamente a ArqRio.

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do erro.
Erro relatado com sucesso, obrigado.

21/06/2021 21:22
Por: Redação

Nos ajude a ajudar 0

No mês de maio, a Rádio Catedral enviou para os Amigos da Rádio, benfeitores e ouvintes, boleto extra, pedindo uma contribuição especial para a sua manutenção e continuar a ser “A sintonia da felicidade”.

Parte das contribuições do boleto extra será destinada ao Amparo Maternal, com sede no bairro de Benfica, no Rio de Janeiro, cujo projeto é assistido desde 2017 pelo Vicariato Episcopal para a Caridade Social. A instituição foi escolhida para ser beneficiada – contemplando o mês de maio, dedicado a Maria e às mães -, por acolher, apoiar e ajudar as mulheres gestantes.

Em relação ao último boleto extra, lançado em dezembro do ano passado, parte da receita já foi revertida ao Seminário Arquidiocesano de São José e à Casa do Padre, duas instituições queridas da Arquidiocese do Rio: uma prepara pastores para a Igreja e a outra acolhe sacerdotes idosos e doentes que doaram suas vidas ao povo de Deus.

Como instituição de cunho católico, o Amparo Maternal surgiu em 1958, por iniciativa do então arcebispo do Rio, Cardeal Jaime de Barros Câmara, e tinha por objetivo abrigar gestantes em vulnerabilidade social. Ainda hoje, ela atua no campo da solidariedade humana e da caridade cristã.

Segundo o vigário episcopal para a Caridade Social, monsenhor Manuel de Oliveira Manangão, esse “é um trabalho que vem de acordo com o que a arquidiocese sempre fez. O Amparo Maternal é uma entidade religiosa, que tem a missão de deixar na sociedade o jeito de a Igreja ver, atender, acolher e se fazer presente em meio às necessidades. Não fazemos nada por ideologias, não somos ONG, somos uma Igreja que trabalha com o coração, percebendo as necessidades, tal como Maria, que se coloca à disposição para ajudar a quem precisa de ajuda”, disse.

Para Márcio Azevedo, assistente social do Amparo Maternal, o objetivo da iniciativa é valorizar a vida que gera e a que é gerada. “Nós valorizamos a vida da mãe e da criança. Dessa forma, buscamos trabalhar a autoestima dessas gestantes através de cursos e palestras acerca da gestação, acolhidas com cafés da manhã, almoço, lanches, enxovais e cestas básicas”, explicou.

Além disso, ele ainda acrescentou que, antes da pandemia, o projeto atendia, em média, de 85 a cem gestantes. Atualmente, dada a necessidade de distanciamento social, os atendimentos acontecem em horários agendados previamente.

“Algumas gestantes não participam das rodas de conversa, apenas são contempladas com os enxovais e cestas básicas. Para nós, esse contato com elas é muito importante, porque essas gestantes precisam ser ouvidas. Nossa proposta é defender a vida da mãe e do bebê, independente do contexto familiar em que ela vive”, pontuou.

Ainda de acordo com Márcio, a cada encontro as gestantes passam a compreender mais sobre a defesa da vida. “Trabalhamos com essas mulheres sempre à luz do Evangelho. É uma vida que brota da vida. Essas mães precisam ser escutadas. Quando elas chegam com a visão do aborto, através das entrevistas e das conversas, mostramos a importância da vida. É uma socialização, uma escuta, pessoas com problemas muito sérios. O medo, para elas, ainda é muito grande, principalmente nesse período de pandemia. Mas permanecemos ao lado dessas mães, dando todo o suporte necessário”, destacou.

Feliz pela iniciativa, o assistente social agradece “a todos que estão contribuindo para essa causa. A gente trabalha para que as crianças e as mães tenham o direito à vida. Quem contribui é tal como um dos Reis Magos, auxiliando no nascimento de uma criança, dando continuidade à história da Salvação, ajudando Cristo a carregar a própria cruz”, disse.

Carlos Moioli


Leia os comentários

Deixe seu comentário

Resposta ao comentário de:

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do comentário.
Comentário enviado para aprovação.